
- O II Encontro Nacional de Pastoras Batistas foi realizado no Colégio ao lado do Ginásio Caio Martins, no domingo, 23 de janeiro de 2011, começando às 14h30 e terminando por volta das 18h.
- Tivemos a presença de 25 pessoas, entre elas sete pastoras ordenadas e cinco candidatas ao ministério pastoral.
- O Encontro foi dirigido pelas pastoras Zenilda Reggiani Cintra, SP, e Silvia da Silva Nogueira, RJ.
- A moderação do Encontro no painel foi da irmã Nancy Dusilek, atual 1a. Vice-Presidente da Convenção Batista Brasileira.
- No Encontro houve oportunidade para que as pastoras Silvia e Zenilda expusessem o seu posicionamento a respeito de como encaminhar a questão das pastoras junto à OPBB e foi aberta a oportunidade para perguntas e esclarecimentos. No final, o Encontro resolveu que vamos trabalhar para que todas as pastoras que queiram tenham a prerrogativa de filiarem-se à OPBB.
- O Encontro posicionou-se contra a criação da Ordem das Pastoras Batistas do Brasil. Achamos que a criação de uma instituição feminina é discriminatória. A Associação dos Músicos, dos Educadores, dos Diáconos têm homens e mulheres. A OPBB é o órgão que reune as pessoas que trabalham com as igrejas no ministério pastoral. Quando ela foi organizada, só tinha homens e agora tem mulheres também. Então são novos tempos e vamos continuar trabalhando para que as pastoras ingressem na OPBB. Afinal, servimos às mesmas igrejas.
- Ouvimos o depoimento de várias pastoras e suas trajetórias.
- O Grupo de Trabalho para o III Encontro Nacional de Pastoras Batistas, a ser realizado em Foz do Iguaçu, em janeiro de 2012, ficou assim constituido: Pras. Zenilda Reggiani Cintra e Silvia da Silva Nogueira, coordenadoras, com as pastoras Terezinha Meirelles, Liane Nepomuceno, Linda Rosana, Izete Pauer Collares, Érica Prudente e Raquel Viterbo Farias. Somente a Pra. Terezinha não estava presente ao Encontro, mas foi colocada porque pertence à Convenção Paranaense que hospedará a próxima assembléia da CBB.
- A impressão geral que tivemos do Encontro é que há boa vontade das pastoras para um diálogo com a OPBB. O momento do confronto precisa ser deixado para trás e começarmos um tempo de diálogo e respeito.