EM NOME DE DEUS.
Quando a fé se deixa manipular, pessoas viram presas fáceis de toda sorte de abuso. A confiança autêntica e sincera em Deus é gradualmente substituída pela submissão a crítica aos desmandos de lideranças despreparadas.
Baseado em fatos reais, "Em Nome de Deus" é um retrato comovente acontecido no século XII numa sociedade regida sob uma deturpada visão católica, na qual há uma intolerância para com os homens, por eles estarem sempre sujeitos às tentações, enquanto que impera dominação em relação ao comportamento feminino. Além de abordar outras questões ainda mais complexas como a crueldade e o materialismo, a violação dos votos de castidade dos padres, a indiferença das família e o tênue limiar entre formação humana e corrupção. "Em Nome de Deus" é um belo filme erigido sobre uma terrível situação social.
Abelardo e Heloísa - Uma História de Amor.
Conhecidos como os amantes imortais, ambos viveram em Paris no século XII. O romance entre Heloísa e o filósofo Pedro Abelardo iniciou-se em Paris, no período entre o final da Idade Média e o início da Renascença.
Abelardo havia sido transferido recentemente e nomeado professor pela Escola Catedral de Notre Dame, tornando-se, em pouco tempo, muito conhecido por admirar os filósofos não-cristãos, numa época de forte poder da Igreja Católica.
Heloísa, que já ouvira falar sobre Abelardo e se interessava por suas teorias polêmicas, tentou aproximar-se dele através de seus professores, mas suas tentativas foram em vão.
Os problemas começaram a surgir. Primeiro, esse amor começou a esbarrar nos conceitos da época, quando os intelectuais, como Heloísa e Abelardo, racionalizavam o amor, acreditando que os impulsos sensuais deveriam ser reprimidos pelo intelecto. Não havia lugar para o desejo, que era um componente muito forte no relacionamento dos dois, originando um intenso conflitos para ambos.
Afinal tem o ser humano o direito de julgar outro? tirando do mesmo o direito de exercer sua fé,e ser proibido de participar da "igreja"? Para mim isso é impossível ,porque de acordo com a Bíblia,a igreja não se trata de quatro paredes,mas sim de membros que são ligados a um corpo que é Cristo.Portanto cabe somente a Ele(Cristo) julgar,afinal ninguém vai ao Pai se não por Ele.Conforme está escrito na Palavra(bíblia),em nenhum momento foi dado a padres , pastor, líderes religiosos ou a quem quer que fosse esse poder.E mais, de acordo com a Bíblia não há pecado ou pecadinho,o mesmo pecado que incorreu um padrasto ao abusar de uma criança de 9 anos,é o mesmo que um padre pedófilo ou uma mãe desesperada que autoriza um aborto para tentar salvar a vida da filha.Agora sejamos sinceros quem é mais digno de perdão? O que incorre no erro por amor,ou o pervertido,imundo e depravado? Pra mim o mais digno de perdão é o que se arrepende dos seus pecados!!! Independente do julgamento humano de maior ou menor erro.
Assim como os teólogos deuteronomistas tentavam conciliar a soberania de Deus com a soberania humana, vemos hoje certas teologias sendo lançadas para acomodar os desejos de dominação religiosa em nome de Deus. O que se impõe na verdade é o domínio do homem que não se sujeita à soberania de Deus. A “releitura” das leis pelos teólogos da época intencionava não ver os erros da mesma, mas dar as mesmas sentido humano.
Entretanto esse “sentido humano” pesou sobre o povo. O termo “amor” do oriente antigo significava também estar “subjugado” .Quando Jesus, conclama os homens a tudo abandonar, segui-lo e amar uns aos outros.
Devemos temer apenas um domínio, o dos homens. A soberania e o domínio que Jesus oferece, é totalmente contrária essa dominação humana. O seu Reino é de amor e liberdade. O soberano humano jamais pode oferecer o amor de Deus. O amor incondicional!!